Reunidos em assembleia geral extraordinária nesta quinta-feira (11), os servidores do Ministério Público da Paraíba decidiram acatar o prazo que foi solicitado pelo procurador-geral de Justiça. Francisco Seráphico da Nóbrega Filho para a apresentação de uma proposta sobre as reivindicações encaminhadas pela categoria em relação à negociação coletiva da data-base 2018 e outros pleitos que estão aguardando posicionamento da administração.
De acordo com o presidente do SINDSEMP, Daniel Guerra, os servidores deram mais uma demonstração de maturidade dando um crédito de confiança uma vez que acataram os argumentos sobre a necessidade de se confirmar o repasse que deverá ser do duodécimo deste ano para que se possa firmar o cenário e uma proposta para a classe. “Os servidores decidiram aguardar até o fim do mês para que o procurador-geral apresente uma proposta,”, comentou.
Daniel disse que após esse prazo os servidores ser reunirão novamente para avaliar a proposta apresentada. Segundo ele, caso seja necessário, em último caso, a categoria não descarta uma paralisação. “Já ficou pré-aprovado que, caso não seja feita uma proposta, os servidores darão início à mobilização com atividades a partir de fevereiro com campanha na mídia e possíveis manifestações públicas, pois o que os servidores querem é tão simplesmente o cumprimento da nossa lei e acreditamos que o ministério público tem que guardá-la e cumpri-la”, afirmou.
Daniel também destacou que ficou deliberado que o sindicato em conjunto com as entidades representativas (Fenamp e Ansemp) deverá acionar o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) para que sejam pagos as referências a título de serviços extraordinários para os servidores que executaram atividades no núcleo de perícias no Ministério Publico, ficando no aguardo outros procedimentos pendentes de parecer, para se for o caso acionar o CNMP.



